Saúde Mental na Parentalidade, Infância e Adolescência - Opcional
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Conhecimentos de Base Recomendados
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Objetivos
A finalidade da UC é permitir aos estudantes adquirirem conhecimentos que lhes permitam desenvolver competências profissionais para intervirem no processo de parentalidade, bem como ajudar crianças e adolescentes a manterem, melhorarem e recuperarem a sua saúde mental, desenvolvendo respostas adaptadas às dificuldades que vivem durante o seu desenvolvimento, em todos os contextos e etapas devida.
No final espera-se que o estudante:
- Compreenda a importância da saúde mental na perinatalidade, na infância e na adolescência;
- Identifique situações de risco potencial de doença mental na perinatalidade, na infância e na adolescência;
- Identifique problemas de saúde mental e psiquiatria na perinatalidade, na infância e na adolescência;
- Demonstre conhecimentos e competências que vão no sentido da intervenção na saúde mental na perinatalidade, na infância e na adolescência, aos três níveis de prevenção. -
Métodos de Ensino
Método demonstrativo e expositivo –participativo com recurso a suporte de realidade simulada como desenvolvimento de papeis ou visionamento de situações gravadas.
Recurso ao método expositivo e interrogativo para a exposição teórica dos temas e conceitos. Discussão e reflexão individual e em grupo.
Estratégias de avaliação
Realização de um trabalho individual final sobre um tema de saúde mental e psiquiatria referente ao processo de parentalidade, à infância e ou à adolescência. Na avaliação deste trabalho são ponderados os seguintes critérios:
- Apresentação, organização e legibilidade do discurso (10%);
- Pertinência, fundamentação e nível de desenvolvimento do assunto (30%);
- Análise e reflexão sobre os conceitos e realidade (20%);
- Reflexão crítica sobre o assunto (40%). -
Estágio(s)
Não
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Programa
Modelos de compreensão do desenvolvimento no processo de parentalidade, na infância e na adolescência;
- Modelos de compreensão da perturbação mental na parentalidade, na infância e na adolescência;
- Modelos de intervenção no processo de parentalidade, em crianças e adolescentes com problemas de saúde mental e psiquiatria;
- Relação terapêutica e psicoterapêutica com crianças e adolescentes;
- Criação de cenários adequados à intervenção e/ou modelo terapêutico;
- Instrumentos de intervenção psicoterapêutica com crianças e adolescentes que apresentam respostas humanas desadaptadas em saúde mental. -
Demonstração de conteúdos
A UC desenvolve-se articulando de forma adequada a correspondência entre conteúdos e objetivos. A abordagem aos modelos de compreensão e intervenção é importante para a consolidação do objetivo de melhor compreender a importância da saúde mental para o processo de parentalidade, para a infância e para a adolescência. Para a identificação de situações de risco é importante compreender mas também conhecer as melhores estratégias de intervenção. Tal competência exige igualmente capacidade para desenvolver e manter os cenários adequados ao êxito da intervenção terapêutica bem como de conhecimento sobre os melhores instrumentos de avaliação. Conhecer os melhores instrumentos de avaliação permite identificar e promover as intervenções mais adequadas a cada criança/jovem em qualquer contexto.
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Demonstração da metodologia
As competências cognitivas são desenvolvidas através da exposição participativa. As competências práticas são desenvolvidas através dos trabalhos supervisionados e das reflexões sobre as observações efetuadas. As competências de comunicação são adquiridas através de dinâmicas de grupo e das apresentações orais e escritas.
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Docente(s) responsável(eis)
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Bibliografia
Anciães, A., Agulhas, A., (2018) Divórcio e Parentalidade. Do Direito à Psicologia, Edições Sílabo.
Coelho, V. A., Sousa, V., & Marchante, M. (2016). “Atitude Positiva”: Um resumo de 12 anos de resultados de aplicação de programas de aprendizagem socioemocional. In A. Marques-Pinto, & R. Raimundo (Eds.), Avaliação e promoção de competências socioemocionais em Portugal (pp. 373-398). Lisboa: Coisas de Ler.
Coordenação Nacional Para A Saúde Mental. (2015). Conceito de Criança. Disponível em: Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco: http://www.cnpcjr.pt/left.asp?13.01
Direção Geral de Saúde (2017). Programa Nacional para a Saúde Mental-2017. Lisboa. Direção Geral Saúde.
World Health Organization, (2017). WHO Recommendations on Adolescent Health: Guidelines Approved by the WHO Guidelines Review Committee. World Health Organization.
Detalhes do curso
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Código
ME106
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Modo de Ensino
PRESENCIAL
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ECTS
3.0
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Duração
Semestral
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Horas
19h Teóricas
8h Teórico-Práticas
