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Educação para a Prática II

    Detalhes do curso

  • Conhecimentos de Base Recomendados

    -

  • Objetivos

    a. Estabelecer relação terapêutica com os utentes;

    b. Estabelecer comunicação com os utentes de acordo com o seu nível de compreensão e cultura;

    c. Identificar e recolher informação relevante através de meios formais e informais de avaliação;

    d. Avaliar e interpretar os resultados da avaliação;

    e. Estabelecer diagnóstico e prognóstico;

    f. Formular um programa terapêutico;

    g. Preparar, executar e avaliar uma sessão terapêutica;

    h. Usar técnicas e estratégias específicas de intervenção e avaliação da eficácia;

    i. Demonstrar uma postura, voz e fala profissionalmente adequadas;

    j. Demonstrar integração numa equipa, cooperar e compreender o papel dos intervenientes;

    k. Autoavaliar o desempenho pessoal, profissional e identificar necessidades de desenvolvimento;

    l. Demonstrar pontualidade, assíduidade e manter compromissos estabelecidos;

    m. Demonstrar proatividade;

    n. Demonstrar capacidade em lidar com sentimentos e emoções;

    o. Demonstrar compreensão, respeito e executar procedimentos administrativos;

    p. Demonstrar ética e confidencialidade;

    q. Nomear e analisar dados relevantes de um caso clínico demonstrando raciocínio clínico;

    r. Inferir criticamente com base em modelos científicos e prática baseada na evidência.

  • Métodos de Ensino

    Demonstração em contexto real
    Estudo de casos
    Análise documental
    Debate online
    Interpares

  • Estágio(s)

    Não

  • Programa

    1. Adequação de procedimentos ao contexto real de estágio, na recolha de dados da anamnese e avaliação de perturbações da comunicação, linguagem, fala, voz, deglutição e motricidade orofacial;

    2. Aplicação de raciocínio clínico na recolha de dados da anamnese, avaliação, diagnóstico e prognóstico;

    3. Adequação e estabelecimento de objetivos terapêuticos SMART;

    4. Modelos de intervenção terapêutica, técnicas, estratégias. Modelos de intervenção preventiva;

    5. Estabelecimento e adequação do plano e programa terapêutico em perturbações da comunicação, linguagem, fala, voz, deglutição e motricidade orofacial;

    6. Adequação de registos de sessão SOAP;

    7. Importância da interação profissional com cuidadores, educador cooperante e outros profissionais;

    8. Adequação e importância da elaboração de documentos escritos (relatórios, panfletos, brochuras);

    9. Moderação de reuniões de apresentação, análise e reflexão crítica de casos e situações decorrentes da prática clínica;

    10. Aplicação do raciocínio científico de tomada de decisão - método indutivo e dedutivo;

    11. Prática baseada em evidência em patologias da comunicação, voz, linguagem, fala e deglutição.

  • Demonstração de conteúdos

    O objetivo geral das unidades curriculares (UC) de Educação para a Prática é o desenvolvimento de competências nas áreas de intervenção do terapeuta da fala em contexto real de estágio.
    A UC Educação para a Prática II pretende promover: exercício de práticas clínicas com diferentes tipos de perturbação em diferentes contextos de intervenção em Terapia da Fala (educação ou saúde/crianças ou adultos) bem como atividades de reflexão crítica e discussão de casos.
    Pretende-se que os estudantes desenvolvam: procedimentos e técnicas de seleção, recolha e análise de dados; o estabelecimento de diagnósticos, prognósticos e intervenção terapêutica, recorrendo a conhecimentos teóricos e práticos adquiridos; raciocínio clínico sobre casos observados e apresentados; competências de relação e comunicação terapêutica.

  • Demonstração da metodologia

    Nesta unidade curricular, o estudante, em estágio, observa o educador cooperante (terapeuta da fala) na intervenção e interação clínica, em reuniões de equipa, visitas a outros departamentos integrantes da instituição em que está a estagiar. Aplica procedimentos e técnicas de intervenção terapêutica ao nível da recolha de dados, diagnóstico e prognóstico; discute e faz autoavaliações com o orientador cooperante relativamente ao seu desenvolvimento pessoal e profissional. No final do estágio espera-se que o estudante tenha sido capaz de observar e intervir de uma forma estruturada em todos os aspetos da organização no serviço, do trabalho de avaliação e intervenção do orientador cooperante e que seja capaz de analisar, fazer deduções e discutir o que foi observado. Pretende-se ainda que discutam, reflitam sobre casos clínicos apresentados, temáticas e tarefas, decorrentes da prática de estágio. O docente/tutor acompanha o aluno ao longo do estágio, orienta o raciocínio clínico, pensamento crítico, análise, discussão e resolução de problemas decorrentes da prática.

  • Docente(s) responsável(eis)

    Telma Andreia da Costa Pereira - 2.º Semestre

  • Bibliografia

    -          Bray, M., Todd, C., & Ross, A. (1999). Speech and language, clinical process and practice. London: Whurr Publishers.

    -          Dodd, B. (2007). Evidence-based practice and speech-language pathology: Strengths, weaknesses, opportunities and threats. Folia Phoniatrica et Logopaedica, 59(3), 118–129. https://doi.org/10.1159/000101770

    -          Kamhi, A. G. (2006). Combining research and reason to make treatment decisions. Language Speech and Hearing Services in Schools, 37(4), 255. https://doi.org/10.1044/0161-1461(2006/028)

    -          Pedinielli, J.-L., & Fernandez, L. (2008). O Estudo de caso e a observação clínica. Lisboa: Climepsi.

    -          Peixoto, V., & Rocha, J. (2009). Metodologias de intervenção em terapia da fala. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa.

    Bray, M., Todd, C., & Ross, A. (1999). Speech and language, clinical process and practice. London: Whurr Publishers.\nHegde, M., & Davis, D. (2009). Clinical methods and practicum in speech-language pathology (5.a Ed.). Clifton Park, NY: Delmar Cengage Learning.\nKamhi, A. G. (2006). Combining research and reason to make treatment decisions. Language Speech and Hearing Services in Schools, 37(4), 255. \nPedinielli, J.-L., & Fernandez, L. (2008). O Estudo de caso e a observação clínica. Lisboa: Climepsi.\nPeixoto, V., & Rocha, J. (2009). Metodologias de intervenção em terapia da fala. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa.\nRoth, F. P., & Worthington, C. K. (2016). Treatment resource manual for speech-language pathology (5.ª Ed.). Clifton Park, NY: Cengage Learning.\nShipley, K. G., & McAfee, J. G. (2015). Assessment in speech-language pathology: a resource manual (5.ª Ed.). Boston, MA: Delmar Cengage Learning.\n

  • Código

    01100397

  • Modo de Ensino

    PRESENCIAL

  • ECTS

    15.0

  • Duração

    Semestral

  • Horas

    224h Estágio

    32h Orientação Tutorial

Conteúdo atualizado em 21/03/2025 15:46
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